@Title:
@File: pnatte02
@Participants: ANT, António, (man, B, 3, university assistant,
teacher, Algerie/Lisbon), MST, Student, (man, x, 3, student, student, x), FST,
Student (woman, x, 3, student, student, x)
@Date: 26 /11
/2001
@Place: University
of Lisbon (Faculty of Sciences)
@Situation: lesson
@Topic: exemplos de
programas paralelos -algoritmos de ordenação
@Source:
@Class: formal,
teaching, monologue, dialogue
@Length:
17'54"
@Words: 3.200
@Acoustic_quality: A
@Transcriber: Sandra Pereira
@Revisor: Rita Veloso
@Comments: the
participant (ANT) came from Algerie with 5 years old.
*ANT: &nó /
nós temos vários números / não é / e portanto o &com / o / o / a ideia
&co / como se faz é / existe um &com / os números vão sendo passados em
/ em conduta através dos processos / e cada processo vai recebendo os números /
e compara com o seu número com o número que tem // se não tem número nenhum
guarda / não é / e não passa para o seguinte / e vou / e vai recebendo números
sempre assim em conduta // e se tem / se o número que recebe é maior do que
aquele número que ele tem / passa o número que tem para o seguinte / e fica com
o número maior // se o número que recebe é menor do que aquele que ele tem /
passa para o seguinte // portanto / vai ficando sempre com o maior // e vai
fazendo sempre isso // portanto / quando chegamos ao fim / os números acabam
por ficar todos ordenados // okay / é / é como se / é &insert / é tipo
insertion source porque era a mesma coisa que nós temos uma lista / agarrarmos
num número e ir / vermos onde é que vamos inserir naquela posição da lista //
certo / só que isto na prática / ao fazer em conduta a coisa funciona de uma
maneira mais directa / mais linear // isto da complexidade dos algoritmos de
&ord / de ordenação / isto é / é teoria // portanto &co / existem
fulanos que estudam estes algoritmos e / portanto / que dizem qual é que é a
complexidade dos algoritmos / e o que eles dizem é que / &eh / a
complexidade das versões sequenciais do quicksort e do mergesort é aquela / o é
/ é / o de ene de log / ene de log // e eles dizem que / este é o limite
considerado óptimo para qualquer algoritmo sequencial // portanto / é / é /
está relacionado com o logaritmo na base ene / portanto nitidamente tem aqui a
ver com coisas tipo em árvore / que eles conseguem / portanto é / temos ene
processadores e dividir aquilo por passos / e tentar paralelizar algumas coisas
// quer dizer / &eh / usar versões como se fosse para / &co / como se
conseguisse subdividir o trabalho em várias / em várias / &eh / em várias
estruturas diferentes &pa / para conseguir ir resolvendo / de uma forma
mais rápida // obviamente se a gente &cons / se aquele é o limite óptimo
&nu / numa execução sequencial / ene log de ene / se a gente dividir aquilo
por ene processadores / então vamos ficar com &u / uma complexidade só na
ordem do / do logaritmo de ene // estamos a ir / a dividir por ene / portanto
paralelizamos / paralelizamos &d / todo aquele ene que aparece / inicial
desaparece porque estamos a dividir por ene // mas é claro que isto é uma coisa
/ pronto isto é só na teoria / isto seria o resultado óptimo / mas pronto a
gente sabe depois na prática / quando se paraleliza / depois há ene / ene
factores que têm que ser / que têm que ser tomados em consideração e portanto /
na prática nunca se consegue um speed up perfeito / uma aceleração perfeita
porque há sempre pequenas partes que têm que ser executadas em série //
portanto não se consegue dividir exactamente uma determinada computação por
todos os processadores / e na prática aquele logaritmo de ene é apenas um / um
objectivo um bocado / &eh / é ideal // não / não quer dizer que se consiga
na prática // nalguns casos se uma pessoa utilizar mais do que ene
processadores quando faz / quando / quando faz / &eh / a paralelização de
um algoritmo sequencial / então aí